Em 2014 o Brasil apresentou ŕ Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, órgăo criado pela Convençăo das Naçőes Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) e responsável pela gestăo dos recursos minerais nos fundos marinhos além da jurisdiçăo dos Estados(denominado "Área"), um plano de trabalho para exploraçăo de crostas ferromagnesíferas ricas em cobalto na elevaçăo do Rio Grande. Trata-se de de uma feiçăo positiva (uma "elevaçăo de fundo marinho"), cujo topo está a 600m de profundidade da superfície e base a 4.000m de profundidade, localizada a cerca de 1.100 km das costas brasileiras no Rio Grande do Sul. De acordo com a CNUDM, este espaço e seus os recursos săo considerados patrimônio comum da humanidade, também implicando em deveres e obrigaçőes para os Estados quanto ŕ proteçăo e preservaçăo do meio marinho em sua exploraçăo e aproveitamento ("explotaçăo"). Esta obra trata de alguns dos aspectos relacionados a este espaço e ŕ atividade do Brasil na elevaçăo do Rio Grande, suas obrigaçőes e responsabilidades.